Segurança e confiabilidade também
para hospitais e empresas de saúde

Hospitais e empresas do ramo da saúde vêm investindo progressivamente em tecnologia para a automação de seus processos, fazendo com que a segurança de dados digitais, tais como prontuários, transações médicas e propriedade intelectual de patentes farmacêuticas e médicas, receba o mais alto grau de prioridade.

Soma-se a isto o fato de que a evolução da tecnologia, em especial da Internet, viabilizou a possibilidade de compartilhar as informações de saúde e, consequentemente o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), antes de uso exclusivo e interno da instituição de saúde, evoluiu para o conceito de um Registro Eletrônico de Saúde (RES). Este possui em seu conceito o compartilhamento de informações dentro de uma região (município, estado ou país), ou ainda, entre um grupo de hospitais – o que aumenta ainda mais a necessidade se adotar mecanismos de segurança capazes de garantir autenticidade, confidencialidade e integridade das informações de saúde.
Exemplos de documentos eletrônicos na área de Saúde

  • Prontuário de paciente
  • Laudo de exame de imagem
  • Anotação de enfermagem
  • Anamnese
  • Exame Físico
  • Prescrição médica
  • Resultado de exames

Com o objetivo de estabelecer normas, padrões e regulamentos para o PEP/RES no Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) firmaram um convênio para a definição dos requisitos técnicos obrigatórios e, acompanhando a legislação federal para documento eletrônico, reforçaram a obrigatoriedade do uso de certificação digital (assinatura eletrônica) para a validade ética e jurídica de um PEP/RES.

Um marco importante foi a publicação da Resolução CFM Nº 1821/2007 que aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos dos prontuários dos pacientes, autorizando a eliminação do papel e a troca de informação identificada em saúde.

“Para um prontuário sem papel, totalmente digital, é obrigatório o uso de certificação digital para assinatura dos mesmos”.

 

Limitações do prontuário em papel

  • A informação do prontuário em papel está disponível somente a um profissional ao mesmo tempo, possui baixa mobilidade e está sujeito a ilegibilidade, ambiguidade, perda frequente da informação, multiplicidade de pastas, dificuldade de pesquisa coletiva, falta de padronização, dificuldade de acesso, fragilidade do papel e a sua guarda requer amplos espaços nos serviços de arquivamento.

Toda empresa deve proteger informações de funcionários, dados de clientes, operações de negócio, propriedade intelectual e segredos industriais. No ramo da saúde não é diferente, e a criptografia e a certificação digital são as tecnologias que melhor provêm estes mecanismos de proteção.

Ao definir uma estratégia para o uso de criptografia e certificação digital, todo tomador de decisão deve ter em mente que a segurança de qualquer processo criptográfico depende primordialmente da segurança das chaves utilizadas. Portanto, uma boa estratégia criptografia deve incluir um processo bem definido além de um ambiente seguro de criação, armazenamento e utilização de chaves criptográficas.

A DINAMO Networks, através de sua linha de Hardware Security Modules (HSM) certificada pelo Instituto de Tecnologia da Informação (ITI) / ICP-Brasil, permite a aplicação segura das tecnologias de criptografia e certificação digital em aplicativos tipicamente utilizados no segmento de saúde (registros de paciente, hotelaria, administrativos e financeiros).

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